
Como você já deve saber, alguns hábitos do paciente podem prejudicar a sua fertilidade, como é o caso do cigarro. Entretanto, também existem alguns outros costumes que podem auxiliar pacientes que desejam manter a sua fertilidade, e muitos deles têm sua origem na alimentação. Por isso, hoje iremos falar um pouco sobre a importância da vitamina D na fertilidade.
O organismo produz vitamina D quando exposto ao sol, mas alguns alimentos também podem ser fonte desse nutriente: salmão, atum, sardinha, gema de ovo, queijos, fígado e cogumelos são alguns exemplos. Além da função já conhecida de absorção do cálcio, fortalecendo os ossos, a vitamina D desempenha funções importantes para o fortalecimento do sistema imunológico, cardiorrespiratório e até mesmo reprodutor.
Isso porque estudos recentes revelam que mulheres com deficiência de vitamina D têm metade das chances de conceber por meio da fertilização in vitro, em relação àquelas com níveis suficientes dessa vitamina.
Mulheres que participaram do estudo relataram um melhor resultado da Fertilização In Vitro quanto apresentavam níveis suficientes de vitamina D, que foram atribuídos principalmente aos efeitos sobre o endométrio, o que pode favorecer a implantação.
Entretanto, apesar dos estudos e dos dados colhidos confirmarem os benefícios na fertilidade de mulheres, ainda não se sabe exatamente o efeito da vitamina, a presença de receptores de vitamina D nos ovários, no folículo ovariano e endométrio da mulher e no espermatozoide do homem.
Assim, o que levaria uma pessoa a ter deficiência da vitamina D no organismo? Os especialistas afirmam que a maior parte das pessoas tem deficiência de vitamina D devido aos cuidados em evitar a exposição à radiação solar, como acontece com moradores de países mais frios.
Quando bem administrado por meio da alimentação e incidência do sol, que não deve ser exagerada ou feita de forma desprotegida, a vitamina D pode ser favorável para a fertilidade do paciente.






