Tratamento da esterilidade sem causa aparente
11/09/2009
* American Journal of Obstetrics and Gynecology
Este ensaio clínico randomizado e controlado comparou a eficácia do citrato de clomifeno e a inseminação intra-uterina não- estimulada com a conduta expectante para o tratamento de esterilidade sem causa aparente. Os participantes foram casais com esterilidade há mais de dois anos, ovulação confirmada, tubas uterinas patentes e espermatozóides móveis. O desfecho primário foi um nativivo. As medidas de resulatdos secundários incluíram gravidez clínica, gravidez múltipla, aborto e aceitabilidade. Foram randomizadas 580 mulheres para conduta expectante (n = 193), citrato de clomifeno oral ( n= 194) ou inseminação intra-uterina não -estimulada (n =193) por seis meses. Os três grupos randomizados foram comparáveis em termos de idade, índice de massa corporal, duração da infertilidade, concentração de espermatozóides e motilidade deste últimos. As taxas de nascidos vivos foram de 32/183 (17%), de 26/192 (14%) e de 43/191 (23%), respectivamente. Em comparação à conduta expectante, a odds ratio para um nascido vivo foi de 0,79 (intervalo de confiança de 95%: 0,45 - 1,38) deposi do citrato de clomifeno e de 1,46 (0,88- 2,43) depois de inseminação intra-uterina não -estimulada. Mais mulheres randomizadas para o citrato de clomifeno (159/170, 94%) e para inseminação intra-uterina não estimulada (155/162, 96%) acharam mais frequentemente o processo de tratamento aceitável do que as randomizadas para a conduta expectante (123/153, 80%) (P= 0,001 e P<0,001 respectivamente). Os autores concluem que nos casais com esterilidade sem causa aparente, os tratamentos existentes, como cloifeno empírico e inseminaçaõ intra-uterina não-estimulada, tem pouca probalidade de oferecer taxas superiores de nscidos vivos, em comparação à conduta expectante.